Publicado por: gusvilela | 09/17/2009

Marketing Freak Show!!!

Hello Fonzies!

Este post na verdade é um Twit aumentado! Não precisava de tanto mas vale a explicação.

Novamente o Rafael (link: www.exvertebrum.wordpress.com) durante uma troca de e-mails com um cliente em comum, deu a sugestão de realizar uma apresentação com o que há de pior, de mais grotesco, de mais espetacularmente tosco no mundo do marketing. Plim! Surgiu a idéia de registrar isto na história criando um site que reunisse tudo isso, indo além do que podemos contribuir isoladamente e abrindo para o público todo participar.

Surgiu então o Marketing Feak Show! Um espetáculo de horrores que vai reunir imagens, vídeos, cases, posts, áudios e tudo mais que se enquadre nos quesitos mínimos de bizarrice! O domínio está comprado e em breve ele estará no ar.

É só aguardar!

Gustavo Vilela é apresentador circense e componente do júri do espetáculo de horrores do marketing moderno.

Publicado por: gusvilela | 07/05/2009

O caso da jornalista semi analfabeta

Ler e escrever o próprio nome são as bases de verificação de alfabetização para as estatísticas do nosso governo. Ser capaz de fazer isso em textos dá critério para o ensino fundamental. Conseguir interpretar textos além do que está exposto é um “Don” do ensino médio. Fazer estes textos é desafio para o nível superior.

É exatamente neste ponto que surgiriam os jornalistas. Deveria ser… Não é por duas razões: a primeira é o fato de que vivemos na era da comunicação e o esforço individual tanto coroa escritores precoces quanto crucifixa os que não se adéquam. A segunda é que o padrão dos diplomados vem caindo… e muito!

O motivo deste texto é, logicamente, uma experiência recente mas já vivida antes. Como inúmeros projetos fazem parte do nosso dia a dia na Gvilela – Marketing & Design, nem todos chegam alinhados ao padrão de qualidade que sustentamos na entrega dos resultados. Ou seja, temos que processar muita merda para filtrar o que é bom e fazer a mágica acontecer.

Esta semana, uma relação já conflituosa há alguns meses que envolve de um lado um ego jornalístico visivelmente “inflado” e de outro uma alta demanda de qualidade minha (ok, você pode estar lendo isto agora e pensando: “hum… será que ele não está sendo parcial e puxando a brasa para a sardinha dele?” Bem, não vou citar a outra parte por educação e elegância, então decida-se por suas próprias conclusões), chegou ao seu limite.

O post é sobre isto mas tenho certeza de que a história não é um privilégio meu. Sim, acredito mesmo que, assim como na maior parte das carreiras atuais, muito sofrem com jornalistas semi analfabetos todo santo dia. Os poucos bons e capazes de serem excepcionais no que fazem são cada vez mais raros e deles e delas este texto passa ao largo. Estes últimos não precisam se valer da máxima de que fazem parte do quarto poder pois efetivamente o são. Para os demais: levantem seus registros MTB e continuem gritando pois o volume de informação hoje é tão alto (got it?) que talvez a ameaça consiga ainda intimidar algum desavisado.

O semi analfabetismo a que me refiro não é necessariamente lingüístico ou ortográfico. Leia as entrelinhas (ou as estrelinhas, como já ouvi de uma delas, graduada e atuante!) São semi analfabetos por não possuírem o diferencial além da técnica: sofrem pela desorganização própria, não possuem habilidades administrativas mínimas para explorarem o real sentido da expressão “ser profissional”, valem-se da soberba para pisar em “leigos não letrados” que tanto os auxiliam em suas deficiências de mobilidade e relacionamento interpessoal ou mesmo não se misturam com uma equipe produtiva e que se esforça para superar cada passo dado em busca de algo tão esquecido hoje em dia: resultado.

Infelizmente, não podemos escolher nossas equipes sempre. Mas o consolo é que quando podemos, buscamos acertar excluindo a mediocridade do nosso meio. Aí vai a sugestão: conheça um jornalista por suas diferenças! Produzir bom conteúdo, como já dizia minha mãe, não é mais que obrigação. Isto todos deveriam saber fazer, afinal, alguém lá atrás assinou um diploma garantindo isso a você, consumidor do jornalismo.

Por isso, verá, muitos destes profissionais ainda serão aleijados por um membro desta horda de novos escritores, autores, blogueiros, twitteiros e jornalistas diferenciados que com ou sem a carteitinha fazem um trabalho impar, melhor e que tem o mais valioso resultado de todos como troféu: o reconhecimento público.

Gustavo Vilela não é jornalista, nunca quis ser e não atira pedra em telhado de vidro (apesar de levar algumas no bolso)

Publicado por: gusvilela | 07/03/2009

Contribuições da Mari

A Mari é uma das mais novas integrantes da equipe da Gvilela – Marketing & Design. Está estagiando e pelo jeito como as coisas vão, em breve deve surpreender muita gente. Não que já não surpreenda, mas evolução é a palavra de lei.

Bom, esta semana passei um desafio para ela e a sacada de posicionar a chamada da marca do cliente veio tão naturalmente que pedi que ela escrevesse para publicar. Segue abaixo:

“No processo de criação das chamadas curtas para rádio (5″ e 10″), reparei ao formular diversas frases que o posicionamento da marca do produto faz uma enorme diferença na informação.

A colocação da marca no início da frase não chama atenção do ouvinte por vários aspectos, seja na distração ou pelo simples fato das pessoas realmente não se importarem com as propagandas. Assim, o nome da marca “some” por ser uma chamada rápida e espontânea na programação da rádio. Porém, ao colocarmos o nome da marca no final da frase, as qualidades e serviços que ela proporciona se sobrepõem.

Ex. “A marca X oferece intercâmbio cultural e muitas promoções”.

Ao ouvir essa frase rapidamente, o cérebro acompanha mais facilmente o fim da frase, sem saber qual marca ou produto proporciona aquelas qualidades.

Ex. “Você procura intercâmbio e promoções? Venha conhecer X”.

Nessa frase, o “intercâmbio e as promoções” chama mais atenção por ser algo que você realmente procura, e no fim você tem a informação de onde achar o serviço proposto pela chamada, o que facilita a informação tanto para os ouvintes quanto para a divulgação do produto na rádio.”

Way to go, Mari!

Publicado por: gusvilela | 06/01/2009

O caso dos Royalties! Muito justos por sinal!

Hoje preciso registrar direitos autorais neste post. Eles dizem respeito ao “marketista” que surgiu de um grande amigo, ex-aluno, parceiro de trabalho e co-autor de livro, Rafael Rezende de Oliveira (Link: www.exvertebrum.wordpress.com)!

Se não fosse por ele a expressão não existiria. Só alguém tão incomodado com a falta de autenticidade do marketing atual e especialmente das más famas deste e da publicidade para chegar a algo hibrido e digno assim.

Parabéns ao Rafa, que estava inspiradíssimo neste dia!

Contudo… só para não deixar de registrar, a justificativa da expressão e a aplicação da fusão de profissional de marketing + artista são minhas! Ah são! hahahaha

Abraços a todos!

Interessou? Acesse mais no link: www.gvilela.com.br

Publicado por: gusvilela | 05/29/2009

Ser Marketista e sua definição

4 dias atrás. Reunião com um cliente antigo. Comentário alarmante: “Bom, Gustavo, você como publicitário deveria dar mais importância para…” . Não sei onde fui parar… Saí daquele local e, sem escutar mais nada do que esta pessoa que realmente gosto muito dizia, passei para uma dimensão paralela que mais pareceu um par de parênteses (eles sempre vem em pares, certo?) filosofal.

Publicitário não é o que sou. Não me graduei nesta área, não me especializei nisto e nem mesmo faço parte de uma entidade de classe. Sou profissional de marketing! E com honrarias de TCC de Pós por um árduo 10 sobre branding. Outros árduos “10” adquiridos como feedback de clientes em anos de planejamento de estratégias que vão muito além da publicidade e propaganda.

De vez em quando também surge a expressão “marketeiro”. Oh inferno! É o mesmo que chamar um agente de factoring de agiota, um atendente de casa lotérica de bixeiro ou um corretor de câmbio de doleiro! O expressãozinha laz…! Obrigado a todos aqueles que em algum momento usaram o marketing como escudo para suas ações inadequadas, ilícitas e enganativas por construir esta fama para um monte de gente autêntica e honesta.

Por isso, resolvi escrever sobre o que realmente sou. Não só eu, claro, mas um punhado de profissionais que trabalham duro para transformar estratégia em resultado em todas as esferas do marketing (inclusive publicidade, mas nunca exclusivamente) e que sofrem por não serem como carpideiras, que são tem um nome de categoria simples e que “passa a mensagem”.

Enfim, com toda a autenticidade que carrego: publicitário nunca (ok, isto pode doer nos que são, mas francamente, o marketing não é só isto)! Marketeiro jamais! Por isto, sugiro um novo título para quem se enquadra no parágrafo de cima. Um que carregue dois fatos no mesmo termo: o marketing é uma  ciência aplicada em que insumos devem ser convertidos em produtos finais carregados de valor e resultado. Também é uma arte, porque o talento para converter informações frias em reações emocionais intensas é um raro dom. (leia mais no blog de Seth Godin).

Marketista! Marketing + Artista.  Se você se enquadra, use.

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